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domingo, 15 de março de 2009

Notícias e Agradecimento



Estive sumida por um bom tempo do blog, mas é que como não passo mais o dia todo na frente do computador, então vou deixando para postar outra hora ... e essa hora nunca chega...

Quero agradecer a todas as minhas amigas e amigo virtual pelo apoio recebido. Eu li cada um dos comentários e foi muito bom saber que há tanta gente torcendo por mim neste momento difícil de minha vida. Vera, Elaine, Andréa, Max, Ana Paula, Lola, Cris, Drika, Geo, Carol, Isabella, Luma, Juca e Sonia: muito obrigada, queridos amigos!!! Adoro vocês!!!

Apesar de ter perdido meu emprego, a experiência não está sendo tão ruim assim: tenho passado mais tempo com meus filhos. Como estou em casa, posso ser a mãe que nunca consegui ser: estou uma perfeita mãe e dona-de-casa que cuida dos filhos. Pude acompanhar meu filho em sua primeira semana de aula na escola nova (pública), algo que eu não poderia fazer, se estivesse trabalhando ainda. Posso acompanhá-los às aulas de natação e assistí-los, enquanto dão suas primeiras braçadas. Como é minha mãe quem patrocina a natação, não precisei cortar essa despesa. Faço almoço todo dia, sempre faço um agradinho para eles para o lanche da tarde: bolo, panquecas, bolinhos de chuva, biscoitinhos, etc. Fazia muito tempo que não ia para a cozinha com prazer, já que estava sempre cansada demais para cozinhar. Como minha filha não está indo à escola, tenho passado mais tempo com ela. Meu filho pergunta todas as manhãs: "Mãe, hoje é sábado?" E eu respondo: "Não, meu filho, por quê?". Ele replica: "Porque tu estás em casa." É uma situação tão nova para ele, que ele custa acreditar que estou em casa todos os dias. Ao menos, enquanto não arranjo um emprego novo.

Enviei meu currículo para várias vagas, mas até agora não recebi nenhum chamado para entrevista. O ano ainda está devagar e há muita gente disponível no mercado. Estou vendo outras opções, como fazer um concurso público, já que tenho tempo disponível no momento.

Minha mãe e meu irmão foram este fim de semana para passar uma semana na Argentina, onde mora minha família, e eu fiquei morrendo de vontade de ir, mas não posso gastar neste momento. Hoje é o aniversário de minha prima e minha mãe pôde estar lá com ela para comemorar, já que a mãe dela, sobrinha de minha mãe, já é falecida e minha prima não tem muitos parentes. Eu só vejo meus parentes a cada cinco anos, em média. Ainda bem que hoje nos comunicamos por msn e e-mail, o que ajuda muito a diminuir a distância, mas não é a mesma coisa. Quem mora longe da família, sabe bem o que eu sinto.

Assim sendo, ainda estou à procura de uma nova oportunidade. Espero que não demore muito para aparecer.

Obrigada pelo carinho de todos vocês. :-)

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Falando sobre Gravidez e Sexo

História verídica retirada do Surfista Platinado:


"Reunião agendada. Todos tomam seus lugares, inclusive uma das executivas, que já entrava em estágio avançado de gravidez. Enquanto eu ligava o laptop, Jurandir, meu colega de trabalho, resolveu ser simpático.
- Já está para nascer, né?

- Estou entrando no oitavo mês. Falta pouco.

- Que maravilha. E o sexo?

- Menino, continua uma maravilha. Eu nem imaginava que seria tão bom durante a gravidez.

Como assim???

- Errrr... não, não... veja bem... eu me referi ao sexo do bebê..."


É engraçado como as pessoas não pensam que uma mulher grávida tem desejo, libido e que além de mãe, ela continua sendo MULHER! Minha libido nunca diminuiu durante minhas duas gestações, pelo contrário, só aumentou e o sexo era muito melhor! Sem contar que fazer sexo nos últimas dias da gestação ajudam a iniciar o trabalho de parto, por causa do sêmen do homem. Ele ajuda a colocar para dentro e ajuda a tirar ... risos

Antes que perguntem: Não, eu NÃO estou grávida. Eu tinha este post guardado há um tempão e hoje resolvi publicar, porque achei muito engraçado. Claro que às vezes dá saudades de ter um bebê em casa, mas quando eu lembro de tudo o que passei na gravidez, com os enjôos, vômitos e crises de hemorróidas, que eu paro de pensar no assunto na mesma hora! Eu sofri muito nas duas gestações, especialmente na segunda, a da minha filha, já que, além de todo o sofrimento físico, a crise de meu casamento piorou muito e o mesmo acabou após três meses e meio depois dela nascer.
Já os partos de meus filhos foram MARAVILHOSOS, tenho excelentes lembranças de cada um. O primeiro, mais demorado, muitas horas em trabalho de parto, mas sem sentir quase dor, só mesmo cansaço e sono e no final, a sensação de VITÓRIA por conseguir parir meu filho naturalmente. O segundo, mais rápido e doloroso, mas extremamente gratificante e tranqüilo, pois pude parir no aconchego de meu lar e tive o apoio de meu ex-marido nesse momento tão importante de minha vida.
Eu sempre digo às pessoas: "Se eu pudesse engravidar e parir logo em seguida, sem ter que passar pelos nove meses da gestação, seria ótimo! " Eu sofri muito nas duas gestações e fiquei traumatizada pelas experiências. Poderia ter dez partos, mas não dez gestações!
Por isso, hoje eu gosto de colocar em meu blog todas as informações que possam ser úteis a mulheres tentantes e gestantes sobre gravidez, parto e amamentação e poder compartilhar minha experiência.

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Depois da folga ...


Estive sumida do blog devido ao alto volume de trabalho nestas primeiras duas semanas de janeiro. Mudaram o sistema da empresa em que trabalho nesta virada de ano, de modo que ninguém se achava, nem se entendia, até termos um treinamento para clarear as coisas. Além disso, a empresa foi vendida e ninguém sabe o que irá acontecer daqui para a frente. Só nos resta esperar ...

Quanto ao lado pessoal, aproveitei os dias de folga desde o natal até o ano novo, para passar tempo com meus filhos e fazer tudo o que não consigo fazer durante a semana, já que trabalho. Pude levá-los, pela primeira vez, às aulas de natação, assistir enquanto faziam aula - um em cada turma, já que a Melissa está na turma dos iniciantes e o Gabriel já está mais adiantado. Pude também visitar minha melhor amiga, que não via há um ano, mas mantínhamos contato constante por telefone. Nossos filhos brincaram alegremente a tarde toda, enquanto aproveitamos para botar o papo em dia.

Fui também a Charqueadas, a cidade onde passei a maior parte de minha infância, visitar um de meus melhores amigos daquela época, o Marcos. Ele e a esposa estão no processo de adoção de duas lindas menininhas e eu tive a oportunidade de conhecê-las. O Marcos passou por uma provação muito grande há 3 anos atrás, ficou em coma por 40 dias, desenganado pelos médicos, mas conseguiu se recuperar. Além disso, passou por um transplante de rim no ano passado, doado pela própria esposa. Depois de tudo isso, ambos decidiram tocar a vida em frente, adotando essas crianças.

Agora a maior novidade da semana: comprei um peixe e uma tartaruga para meus filhos, pois eles os viram na casa de minha melhor amiga e quiseram ter um bichinho também, de modo que temos dois novos integrantes na família: Blue, o peixinho, e Turtle, a tartaruga, devidamente batizados pelo meu filho.
Ontem comecei a ler sobre aquarismo e fiquei encantada com tudo que se pode fazer. Já fiquei doida para comprar mais peixes, um aquário grande, plantas, mas o peixinho que comprei é um Beta, o chamado peixe-de-briga, e, por sua agressividade, ele não pode ser colocado junto com outros peixes. A tartaruga tampouco pode ser colocada junto aos peixes, já que ela os comerá, de modo que tenho dois aquários separados, um para cada animal. É incrível como eles reconhecem quem lhes dá de comer - no caso, eu - e vêm junto à superfície, esperando por seus bocados. O peixinho já começa a abocanhar a água, louco por suas bolinhas de ração e a tartaruga fica olhando para minha mão. Eu sempre tive cachorros e gatos como bicho de estimação e nunca pensei que gostaria tanto de ter um peixe ou um réptil como animal de estimação.
Update em 15/01/2009: Infelizmente, o Blue morreu. Ontem à noite, ao chegar em casa, encontrei-o FORA do aquário. Eu não sabia que os Bettas pulavam e deixei o aquário destampado. Como ele ainda se debatia, quando fui pegá-lo, coloquei-o de volta no aquário, mas ele não sobreviveu. Eu fiquei mais triste que meus filhos com a morte dele. :-(((((

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Meme da Solidariedade


Recebi este meme da Ana Cláudia, de O Futuro do Presente, pedindo uma doação em nome da Defesa Civil de Santa Catarina. Como eu já havia feito a doação em novembro, estou postando aqui o comprovante de transferência que fiz através do Banco do Brasil, para a conta oficial deles, na Agência 3582-3, C/C 80.000-7.

Para participar do meme, deve-se scanear o comprovante e fazer um post no blog, difundindo o mesmo e linkando-o para o site Alles Blau, um site referêncai para notícias e informações sobre a tragédia ocorrida em Santa Catarina.


Segue o convite para alguns amigos para participarem do meme, mas fiquem à vontade de participar de acordo com suas possibilidades.

Caso já tenham feito doação e queiram participar do meme, basta seguir as regras que são: publicar o comprovante e linkar o Ales Blau.

Universo Gentil

[ drika.org ]

Compartilhando as Letras

Dialógico

Simulações

Fester Blog

Surfista Platinado

CLUBE SAPECA

Lavanderia Virtual


sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Fita Azul


A Geovana, do Ô Menino Rude!!! me ofereceu esta fita azul, que diz: "Muito obrigado. Você faz diferença em minha vida, você é especial para mim".

Quem faz a diferença em minha vida: Deus, meus pais, meus filhos, meus amigos reais e meus amigos virtuais, a quem dedico esta fita:

Seminha, do Universo Gentil

Socorro, de As Borboletas de Fevereiro

Sonia, do Compartilhando as Letras

Drika, de [ drika.org ]

Max, de Max

E para não ficar um Clube da Luluzinha, para

meu amigo Juca, da Lavanderia Virtual.

Obrigado, queridos amigos, por fazer a diferença em minha vida!

Adoro todos vocês!!!

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Amigos de Infância

A semana passada foi muito interessante, pois encontrei vários amigos de infância no orkut: a Ana, a Iara, o Ângelo e o Marcos. Fazia 25 anos que eu havia perdido o contato com a Iara e fiquei muito feliz de reencontrá-la. Já retomamos o contato e estamos trocando e-mails. Acho que fazia o mesmo tempo que eu não tinha notícias do Ângelo, apesar de nossos pais terem sido muito próximos, quando éramos pequenos. A Ana não está de fato no orkut, mas eu encontrei o filho dela lá, o adicionei no meu msn e no sábado à noite, pude ter um longo papo com ela. O Marcos, meu querido amigo e namorado da adolescência, me telefonou na sexta, me contando que está lançando um livro de poesias e depois me escreveu: "Algumas poesias tu reconhecerás, pois foram feitas pra ti." Ainda lembro das belas e tocantes poesias que ele escrevia e das que ele dedicou para mim, quando fomos namorados. Ainda faltam encontrar alguns amigos que não estão na internet, como o Ivo e o Zeca. Só consegui encontrar a irmã do Zeca no orkut e descobri que ela é vegetariana, como eu.
Apesar de ter me mudado muitas vezes quando criança, pois meu pai estava constantemente mudando de emprego e carregando a família para um lado e para outro, consegui manter alguns amigos de infância de Charqueadas, onde moramos por 8 anos (divididos em dois períodos de 4 anos, com um intervalo de um ano, no qual moramos em Minas Gerais).
Fiz o jardim de infância com o Ivo e o Ângelo e também as séries iniciais. A partir da 4ª série, fui colega também da Ana, do Marcos, da Iara e do Zeca.
O Zeca foi meu primeiro namorado, aos 12 anos. Foi um amor puro e inocente, diferente dos namoros dos jovens de hoje em dia. O máximo que fazíamos era pegar na mão. Beijo na boca? Que nada. Só dançávamos de rosto colado durante as músicas lentas (que época boa era aquela!).
A Ana e a Iara eram minhas vizinhas, além de serem minhas colegas de escola e companheiras de brincadeiras. Brincamos muito de Susi, de subir nas árvores e andamos de bicicleta. Morávamos na Vila Residencial da Aços Finos Piratini, onde tínhamos plena liberdade para brincar na rua, sem trânsito ou perigo. Íamos juntas às reuniões dançantes e disputávamos as atenções dos meninos: o Ivo, o Marcos e o Zeca. Eu lembro de ter chorado em uma reunião dançante da festa junina, porque o Zeca dançou com a Iara e não comigo. Lembro também do Marcos me convidando para dançar e deixando o Zeca louco de ciúmes. Lembro da Ana também chorar de ciúmes, quando o Marcos me convidava para dançar e não a ela.
O Ivo era meu amigo e disputava o status de ser o melhor da turma comigo. Lembro dele tirar uma nota baixa em uma prova e de eu procurá-lo para dar-lhe apoio, pois sabia que ele estava chateado com isso, uma vez que ele era muito exigente consigo mesmo. Ele era o menino mais bonito da turma e o mais cobiçado pelas meninas, mas para mim, ele era apenas um grande amigo.
O Ângelo foi meu colega, mas ele repetiu de ano na 6ª série e se tornou colega de meu irmão, tornando-se mais amigo dele do que de mim, pois tinham maiores afinidades. Eu só o via com freqüência, porque meus pais eram muito amigos dos pais dele.
Quando eu estava com 13 anos, meu pai saiu da Aços Finos Piratini e tivemos que ir embora de Charqueadas. Eu sofri muito, pois estava no início da adolescência e tive que deixar todos meus amigos e nem pude cursar a 8ª série com eles. Como tínhamos a casa lá e um apartamento em Porto Alegre, passamos o verão parte lá e parte em POA, até que nos mudamos definitivamente para Porto Alegre, quando meu pai vendeu a casa. Chorei muito naquele dia, pois sabia que não veria mais meus amigos diariamente e teria que entrar em uma nova escola e fazer novos amigos. Foram tempos difíceis para mim, pois era a novata na escola e as turmas já estavam formadas, de maneira que tive dificuldades em me entrosar. Meus pais também estavam com dificuldades financeiras e tive que encarar uma nova realidade, a de um nível social mais baixo do que estava acostumada.
Apesar de tudo, nunca perdi o contato com a Ana, pois éramos muito amigas e sempre demos um jeito de trocar correspondência (naquela época nem existia a internet ainda, no longíquo ano de 1982), nos telefonar e visitar uma à outra, nos anos que se seguiram, mesmo depois que ela foi embora de Charqueadas.
Eu encontrava a Ana, o Marcos e o Ivo na UFRGS e cheguei a namorar com o Marcos, durante o verão de 1988, quando ambos estávamos com 19 anos, mas depois disso, fiquei 15 anos sem vê-lo. Encontrei o Zeca uma vez em 1989 e nunca mais o vi. Fiquei 25 anos sem ter contato com a Iara e o Ângelo, até que finalmente os encontrei no orkut na semana passada.
São tantas histórias, tantas recordações, de meus amigos que nunca saíram de minha memória e de meu coração, pois eles foram parte importante de minha infância e início da adolescência.

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Um Dia Histórico

Hoje é um dia histórico: foi eleito o primeiro presidente negro dos Estados Unidos da América. Eu não costumo falar de eleições e política no blog, mas não poderia ficar indiferente a esta eleição americana. Depois de ver um homem do povo, trabalhador, assumir a presidência do Brasil e um índio, na Venezuela, agora vejo um negro assumindo a presidência daquele que já foi o país mais poderoso do mundo.

Não sou fã ardorosa dos Estados Unidos, mas tampouco sou anti-americana. É bem verdade que adoro os seriados americanos e prefiro a televisão deles à nossa, mas também sei que há muita coisa que não presta por lá. É reter o que é bom e descartar o que é ruim. Da mesma maneira, sei que nem todos os americanos são cegos e arrogantes, pois já estive lá e conheci muitas pessoas que gostavam de confraternizar com estrangeiros e eram extremamente agradáveis e gentis. Infelizmente, eram a minoria, pois a maioria costuma ignorar solenemente quem não é de seu país.



Em janeiro de 1996, eu fui a New York estudar inglês no ELS Language Center e fiquei hospedada no Wagner College, em Staten Island, no dormitório dos estudantes, Harbor View Hall, um imponente edifício de 14 andares. Os três primeiros andares eram para uso exclusivo dos estudantes estrangeiros e os restantes, para os estudantes regulares, americanos, do College. Compartilhávamos o mesmo refeitório e os estudantes americanos nos ignoravam solenemente, os únicos que conversavam conosco eram os que faziam algum estágio ou trabalho no ELS.


Após minha estada de 4 semanas em New York, viajei para New Hampshire, indo de trem até Boston, onde meu amigo me buscou e levou para sua casa. Fiquei hospedada com ele e sua família e dormi no quarto de sua filha caçula, que tinha 15 anos. A cidadezinha que morava era Center Harbor, a aproximadamente uma hora de Concord, a capital de New Hampshire. (Nessa cidade foi filmado "Num Lago Dourado", com Henry e Jane Fonda e Katherine Hepburn). As pessoas eram extremamente corteses e educadas e notei que praticamente não haviam negros por lá, diferentemente de New York. Como eu era hóspede de "Mr. and Mrs. Holly", eu nunca saberei se as pessoas me tratavam bem por serem assim mesmo ou porque eu era hóspede dos Holly. De qualquer maneira, tive uma excelente impressão de New Hampshire, o estado das pontes cobertas e das corridas de cachorro na neve.

Eu tive uma breve experiência do "American Life Style" e muitos brasileiros me perguntavam porque é que eu não ficava por lá, ilegal mesmo. Eu respondia que não. Eu consegui meus visto de estudante e turista legalmente e queria sair legalmente do país. Meu objetivo não era ir e ficar lá ilegalmente. Eu não queria ser uma "cucaracha". Se eu tiver que morar um dia lá, que seja de maneira legal. Mas confesso que não tenho muita vontade de passar o resto da minha vida nesse país. Gostaria de morar por alguns anos, mas não para sempre.

Em 2001, tive a oportunidade de ir morar e trabalhar legalmente nos EUA por um período de três anos, mas estava casada na época e meu ex-marido não quis arriscar a largar tudo e ir para lá, pois o visto de trabalho seria válido somente para mim, não para ele. Ele teria que ir com visto de "cônjuge" e não poderia trabalhar legalmente lá. Hoje, olho para trás e penso na oportunidade perdida, mas o caso é que na época eu teria que decidir tudo em menos de duas semanas e preferi declinar a oferta. Se me oferecessem essa oportunidade hoje, eu iria sim. E levaria meus filhos junto comigo, é claro. Seria muito bom para eles viver no estrangeiro por um tempo, pois iriam adquirir muita experiência de vida e visão de mundo. Mas essa experiência teria que ser temporária, não definitiva.


Enfim, gostei ir e conhecer os Estados Unidos, mas não é meu sonho morar lá em definitivo. E que Deus abençoe Barack Obama e que ele tenha sabedoria ao dirigir a América.

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Meu irmão e meu melhor amigo

Hoje, 29 de outubro, é um dia de comemoração dupla: uma alegre, pelo nascimento de meu irmão Fábio e outra triste, pelo falecimento de meu querido e saudoso amigo Guilherme.
Há 39 anos, nascia, em Buenos Aires, Argentina, meu irmão em um hospital público, através de um parto normal atendido por parteira. Foi o segundo filho de minha mãe, que já tinha a mim, com 15 meses de idade. Um ano e três meses mais tarde, minha família embarcava em um avião rumo a São Paulo, que foi nosso primeiro lar no Brasil. Dois anos mais tarde, chegamos ao Rio Grande do Sul, que se tornou nosso lar desde então. Passamos boa parte de nossa infância em Charqueadas, a 50 km de Porto Alegre, na Vila Residencial Aços Finos Piratini, onde tínhamos liberdade para brincar e correr na rua até tarde da noite, sem perigo de trânsito ou assaltantes. Muito brincamos de esconder, polícia e ladrão, andamos de bicicleta, skate e carrinho de rolemã e nos divertimos a valer na piscina do Clubinho.

Lembro também de nossas longas viagens de carro à Argentina, onde íamos visitar nossos parentes (avós, tios e primos), terrivelmente entediantes para meu irmão e eu, que quando nos cansávamos de brincar, começávamos a brigar no banco de trás. Depois, na Argentina, nos divertíamos falando em Português entre nós, para que nossos primos não nos entendessem. Ou quando meu irmão me batia e eu reclamava para minha mãe dos socos e tapas que o Fabio havia me dado e meus primos perguntando: "¿Que es 'soco'? ¿Que es 'tapa'?". E também de quando ríamos das vozes dos dubladores da televisão argentina, tão acostumados que estávamos com os dubladores brasileiros. De brincar com nosso primo caçula na casa de nossa avó e de fazer bagunça na hora da "siesta", quando todos os adultos da casa se deitavam e nós, crianças, ficávamos livres para fazer o que queríamos. De ir comprar balas, chocolates e pirulitos no "kiosco" da esquina e de ir comprar pão na padaria e dar intermináveis explicações ao padeiro e a todos os vizinhos que éramos os netos de Doña Amalia e Don Atílio que viviam no Brasil. De ensinar palavrões em Português para a criançada da vizinhança, que se deliciavam repetindo os palavrões sem signficado para eles.

Meu irmão e eu freqüentamos as mesmas escolas até o 2º grau, quando cada um seguiu um rumo diferente, mas chegamos a cursar a mesma universidade e tivemos aula até mesmo com os mesmos professores em algumas cadeiras, já que ele cursou Engenharia Elétrica e eu, Matemática. Eu entrei inicialmente para Ciências Sociais e dois anos mais tarde pedi transferência para a Matemática, assim, ao cursar as disciplinas de Cálculo, eu pedia ajuda a meu irmão, que já havia cursado essas disciplinas. Lembro dele rir de mim, quando eu ainda não sabia calcular limites, derivadas e integrais e de caçoar, perguntando onde eu aplicava o que aprendia na Matemática, já que as disciplinas deles eram puramente de aplicação e as minhas, essencialmente teóricas.
Mas fora a questão universidade, nossas vidas tomaram rumos diferentes ainda na adolescência, quando eu comecei, aos 15 anos, a freqüentar a Igreja Batista e a qual meu irmão nunca quis me acompanhar, já que ele se denomina ateu, como nosso pai. Nossos grupos de amigos não eram os mesmos e muito menos nossas crenças. Quando meu irmão se formou na UFRGS, em janeiro de 1993, eu estava trabalhando como equipante voluntária no Acampamento do Palavra da Vida do Paraná e voltei de lá somente para estar presente à sua formatura, pois eu havia me comprometido para passar o verão todo lá. Ele é meu único irmão e eu não queria estar ausente em um evento tão importante de sua vida. Na formatura dele, estava presente meu grande e querido amigo, Guilherme, cujo amigo Rogério se formou junto com meu irmão.

Conheci o Guilherme na Mocidade da Conde, quando ambos tínhamos 17 anos e ele estava prestando vestibular para Medicina. Ele era um rapaz muito puro, sensível e amigo para todas as horas. Nós nos identificávamos, porque éramos ambos sozinhos na Igreja, já que nossas famílias não a freqüentavam e não tínhamos origem alemã, senão latina. A maioria esmagadora dos jovens da Mocidade tinha a família na Igreja, a Igreja Batista Alemã, a Conde, e quase todo mundo era primo de todo mundo. O Guilherme e eu éramos os "forasteiros", que íamos à igreja por vontade própria, não por imposição de nossos pais. Muito pelo contrário, nem os pais deles, nem os meus, viam com bons olhos nossa dedicação e assiduidade à igreja. Os pais dele, por serem católicos, e os meus, por serem ateus. Muitas e muitas vezes nós dois tivemos longas conversas sobre as dificuldades de sermos jovens cristãos em lares não evangélicos, de como nossos pais não compreendiam nossa fé e de como os meus muitas vezes me proibiam de ir à igreja. O Guilherme, com uma fé muito mais forte e dedicada que a minha, sempre me dizia para orar e pedir a Deus, pois um dia nossas famílias conheceriam a Deus. Nossa amizade transpôs os limites da igreja e ambos conhecíamos a família do outro, tanto que meus pais gostavam muito dele e os pais dele, a mim. Mesmo depois de 11 anos de seu falecimento, ainda sou amiga da família dele, seus pais, seus irmãos e sua avó, a quem considero a avó que eu sempre quis ter.


Lembro de quando o Guilherme tinha que decidir por uma especialidade médica e eu sugerir a Pediatria para ele. Ele me perguntou: "Tu achas que eu tenho jeito para pediatra?" e eu respondi: "Claro que sim! E um dia tu serás o pediatra de meus filhos!". Infelizmente, isso nunca se tornou realidade pois o Guilherme veio a falecer em um acidente de carro em 1997, alguns anos antes de eu me tornar mãe.
Nunca vou esquecer esse dia, 29 de outubro de 1997. Nosso amigo em comum, o Rogério, o mesmo da formatura, me ligou quase à meia-noite e eu atendi o telefone:

- Oi, Rogério, tudo bem? (estranhando o fato dele estar me ligando àquela hora)
- Não, não está nada bem. (suspiro de quem andou chorando)
Nessa hora, percebi que havia algo errado. As palavras saíram de minha boca sozinhas, sem pensar:
- Quem morreu?
- ... (silêncio)
- QUEM MORREU? - repeti eu
- O Guilherme! (chorando) - respondeu ele

Nesse momento, eu desabei a chorar, sem poder acreditar que havia perdido meu melhor amigo, meu amigo de todas as horas, meu apoio e a quem eu amava muito!

Deixo aqui minha homenagem àquele que foi o melhor amigo que eu já tive e de quem tenho enormes saudades. Ainda choro por ele, quando começo a lembrar. Eu o amei muito, mas nunca houve nada entre nós mais do que uma grande e sincera amizade. Ele foi um apoio muito grande nas horas que precisei, especialmente quando terminei meu noivado em 1992. Ele não permitiu que eu ficasse sozinha, depressiva, chorando em casa e me levava à igreja junto com ele. Foi meu acompanhante em casamentos e aniversários e sempre esteve presente, quando eu precisava de seu apoio. Sinto muitas saudades dele, mas sei que um dia vou reencontrá-lo, lá no céu, junto ao Pai. Então será somente alegria e eu vou poder sentir novamente o calor de seu abraço.
- Guilherme, que saudades!!! - direi eu, correndo para abraçá-lo
- Agora a saudade não existe mais, estamos junto ao Pai - dirá ele, com seu largo sorriso.

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

A violência dos desenhos animados

Como mãe, eu me preocupo com a violência dos desenhos animados, sejam eles antigos ou atuais. Ontem, ao visitar o blog By Oscar Luiz, me deparei com esses desenhos sangrentos e confesso que fiquei assustada no início, mas depois percebi que eles, infelizmente, refletem a violência dos desenhos que nossos filhos assistem.

Hoje de manhã, encontrei esta matéria no BBCBrasil.com e entendi melhor aqueles desenhos.
Mostra revela morte sangrenta de personagens de desenhos animados
A exposição Splatter, que será aberta em Londres na sexta-feira, dá asas à imaginação de quem já pensou no que aconteceria de verdade quando os personagens de desenhos animados cometem atos de violência uns contra os outros.

Na mostra, que apresenta esculturas e ilustrações, Tom mata Jerry, o Coiote alcança e acaba com o Papa-léguas e Frajola finalmente almoça o Piu-piu.
"É incrivelmente sanguinário. As conseqüências reais da violência nos desenhos animados são reveladas. Eles massacram uns aos outros", disse o artista plástico britânico James Cauty.

O artista diz que a idéia para a mostra partiu de seu filho, Harry, de 15 anos de idade.

Você pode conferir os desenhos aqui. Aviso que as imagens são fortes e não são recomendáveis para crianças.
Para esta sexta-feira não ficar tão mórbida, coloco alguns selos e mimos de ganhei de amigas:
Ganhei este selo da querida Sonia Regly, do Compartilhando as Letras.
A finalidade deste selo é promover maior integração entre os blogs. Assim sendo, repasso agora essa distinção aos seguintes blogs, que fazem parte da minha lista:


Este mimo foi oferecido pelas minhas queridas amigas Semadar, do Universo Gentil, e da Sonia, do Compartilhando as Letras.

Este mimo é para aqueles editores de blog que tratam muito bem seus colegas, para os blogs que conquistam corações!
Sendo assim, repasso este mimo para os seguintes blogs:

sexta-feira, 15 de agosto de 2008

Decisões e Escolhas

Esta semana foi bastante atribulada para mim, pois tive que tomar uma decisão em relação a meu futuro profissional e fazer uma escolha que me tirou o sono por dois dias.

Eu, que estava sem opções no início da semana, terminei com duas propostas muito boas. Acabei escolhendo a melhor opção para mim e estou muito feliz com minha decisão.

Eu creio firmemente que Deus tem tudo a ver com o que aconteceu esta semana, pois obtive uma resposta que há muito tempo esperava.

Meus colegas congratularam-se comigo, ao saber de minhas opções e decisão:

- Profissional competente é isso aí, tem mais de uma opção para escolher! (Adelino e Demétrio)

- Mas ahhhhhhhhhhhhhhhhh! Tá podendo…rs..rs (Rodolpho)

- Parabéns, Carlinha! (Francisco)


Assim, em breve, estarei iniciando uma nova etapa em minha vida profissional - e para melhor! :-)


segunda-feira, 11 de agosto de 2008

A filha pródiga

Ontem foi um dia muito especial para mim: depois de mais de dez anos, voltei a freqüentar uma igreja. Sou cristã convertida desde meus 15 anos, mas havia me afastado da comunhão com Cristo e com a Igreja em 1998.

Minha família é de origem italiana e, portanto, de tradição católica. Até ganhei um rosário de minha avó, para quando eu fizesse a primeira comunhão. Meu pai é ateu materialista e minha mãe deixou de acreditar em Deus e na Igreja há muito tempo. Fui criada em um lar sem religiosidade, sem aprender a rezar (orar) e nem ler a Bíblia.

Em 1983, meus pais me matricularam em um colégio luterano, o Colégio Concórdia, e foi lá que, pela primeira vez em minha vida, eu adorei as aulas de Religião, tão diferentes daquelas aulas chatas e monótonas que eu tive na escola pública. Eu morava a duas quadras e meia da Primeira Igreja Batista em Porto Alegre, a Conde, e um dia resolvi ir conhecer, pois me parecia um lugar bastante agradável. Foi no dia 14 de agosto de 1983, aniversário de meu pai e a programação da reunião de jovens, a Mocidade Conde, era voltada para os pais. Fiquei encantada e voltei outras vezes, ao perceber que tudo aquilo que eu havia aprendido teoricamente nas aulas de religião da escola, eram verdadeiros e vividos por aqueles jovens. Não sei o dia exato de minha conversão, mas eu sei que um dia eu acordei e sabia que tinha Jesus no meu coração e desde então, estava disposta a segui-Lo. Freqüentei a Conde por 6 anos, mas sofri muita oposição de meus pais, que não gostaram de me ver "enfiada" na Igreja e ter-me tornado uma "fanática", segundo a visão deles. Diversas vezes meu pai me proibiu de ir na Igreja: "Tu já foste ontem (sábado), não precisa ir hoje (domingo)!" Ele não entendia que uma coisa era a Mocidade, aos sábados à noite, e outra, bem diferente, o culto, aos domingos à noite. Pior, às segundas-feiras era o dia do vôlei e todos os jovens iam lá para treinar. Os rapazes jogavam e nós, as meninas, aproveitávamos para conversar, fofocar e olhar os meninos. Quantas vezes meu pai me impediu de ir: "Já foste na igreja no sábado e no domingo e ainda queres ir hoje? Não vais ir!" Participei de muitos retiros, acampamentos, encontros de jovens e tantos outros eventos.

Em 1989, decidi trocar de igreja, por não me sentir à vontade na Conde, uma igreja alemã, com pessoas extremamente fechadas (com raras e honrosas exceções), voltadas para a família, já que lá todo mundo era primo de todo mundo (literalmente falando) e eu era praticamente uma estranha e sozinha, mesmo depois de estar freqüentando a igreja por 6 anos. A escolhida foi a Aliança Bíblica de Porto Alegre, com um perfil muito parecido à Conde, mas uma igreja mais jovem, mais brasileira e menos elitista. Na Aliança, pude realizar meu sonho de me batizar, já que meu pai não permitiu que eu me batizasse na Conde aos 15 anos. Quando completei 21 anos, a primeira coisa que fiz foi me batizar e meu pai esteve presente para assistir meu batismo na Aliança. Lá, pude participar muito mais ativamente, freqüentar a Escola Bíblica Dominical, que era uma hora antes do culto e aprendi muito sobre a Bíblia.

Mas as coisas não foram tão perfeitas assim: foi na Aliança que eu fiquei noiva do R., o líder da Mocidade na época. Um ano e meio depois, desmanchamos o noivado e eu sofri muito, mas muito mesmo, pois era muito apaixonada por ele e vi meu sonho de casar se desfazer em mil pedaços. Muitas pessoas não entenderam meu sofrimento e não me apoiaram, o que me levou ao afastamento gradativo da Igreja. Quatro anos depois, tive uma crise de depressão profunda, o qual me levou a me afastar de tudo e de todos. A total falta de apoio dos amigos da igreja e a morte de meu melhor amigo fizeram com que eu me afastasse completamente. Eu havia descoberto o mundo dos chats da internet e fiz novas amizades por lá. Foi o que bastou para que o tênue fio que me segurava se rompesse. Sem olhar para trás, fui em busca de minha nova realidade, a dos amigos virtuais.

Posso dizer que tenho grandes e verdadeiros amigos até hoje que conheci na internet e muitos deles me deram muito mais apoio do que jamais recebi na igreja, o que me levou a ter uma mágoa muito grande. Puxa! Eu era cristã, praticante, membro de igreja e não recebi nenhum apoio, enquanto que aquelas pessoas que conheci online estavam ali, diariamente, me dando apoio nos momentos mais difíceis! Não há dúvidas em ver qual caminho tomei ...

Apesar de tudo, eu sentia saudades da igreja, queria ir novamente, mas estava casada com alguém que não tinha o mínimo interesse em ir à igreja. Tive meus filhos e nunca os levei a uma igreja, a não ser para assistir a casamentos - em igrejas católicas. Falava de Jesus para eles, mas de uma maneira muito tímida, já que não estava em comunhão com ele ...

Há umas duas semanas, reencontrei um velho amigo da Aliança Bíblica, o Paulo Ricardo, que passou no vestibular da PUCRS e que veio me visitar aqui no TECNOPUC. Almoçamos juntos por duas vezes e ele me questionou em relação à minha posição. Eu disse que nunca deixei de acreditar e amar a Jesus, apesar de meu afastamento, mas ele me cobrou que eu conhecia a Verdade, mas e meus filhos? Isso tocou fundo em meu coração, pois percebi que estava negando a meus filhos o conhecimento da Verdade e da comunhão com Cristo.

Assim, quando ele me convidou para ir à Igreja Batista Mont' Serrat, que ele freqüenta atualmente, eu vacilei, mas concordei em ir neste domingo. Levei meus filhos, para que pudessem conhecer uma igreja evangélica e para que pudessem ouvir a Palavra de Deus.

terça-feira, 17 de junho de 2008

Prêmios e Campanhas



Com dois meses de atraso (que vergonha!!!), estou publicando e repassando o prêmio e a campanha que recebi de duas amigas virtuais:



É um blog muito bom sim senhora!

Recebi da Evellyn do Meu Mundo e Nada Mais, mãe, carioca, vivendo em Recife, bonita, inteligente e antenada com o mundo.

Valeu pelo prêmio, Evellyn! Adorei mesmo. :-)

Agora repasso este prêmio para os seguintes blogs:


O Blog do Desabafo de Mãe, da Ceila, Rodolfo, Manoel, Sueli e Lúcia

BlogTalk, da Cristiana

Idéia Legal, da Renata

Brazil Nut, da Andréa

Humorácido, da Ethel Scliar

Homem É Tudo Palhaço, da Ana, Nara, Roberta e Vanessa

My Blog Health, do Gato Guga

Mefamorfose, da Ceila Santos

Minhas indicações foram bem ecléticas: tem blog educativo, vegano, de saúde, de humor e de reflexão. E lógico que são todos muito bons, sim senhora!


Campanha da Amizade

Recebi o convite da Renata, do Idéia Legal para participar desta campanha. O blog dela tem como foco principal destacar a importância do brincar criativo no desenvolvimento infantil e por isso disponibiliza muitas idéias de brinquedos, jogos, brincadeiras, receitas para crianças, etc. O blog também tem uma lojinha virtual de brinquedos educativos. Vale a pena visitar e conhecer!

Como esta campanha é uma homenagem carinhosa aos amigos blogueiros, estas são minhas indicações:


Adorável Rabugenta, da Isa

Tô Doida, da Cristiane

O Futuro do Presente, da Ana Cláudia Bessa

Tem Quem Goste, da Isabella

Meu Mundo e Nada Mais, da Evellyn

Compartilhando as Letras, da Sonia Regly

O fabuloso destino de Lívia Poulain, da Lívia

Mastigando Idéias, do Marius Quiróz

Ô Menino Rude, da Geovana

By Osc@r Luiz, do Oscar Luiz

É muito bom ter tantos amigos virtuais! :-)


quinta-feira, 13 de março de 2008

Selos e Amigos

Esta semana foi bem corrida e quase não consegui parar na frente do computador para poder postar no blog. Além disso, tive uma crise de tendinite que não me permitiu escrever nestes últimos dias, de tanta era a dor que sentia no ombro e na mão. Visitei meus blogs favoritos, mas não pude fazer comentários, pois queria poupar meu braço dolorido. Tem tanta coisa boa pela blogosfera! Assim, atendendo a pedidos, estou postando hoje, para que meus leitores não fiquem órfãos. :-)

Eis as novidades da semana:

Selos Recebidos

Eu Me orgulho de vocês Mulheres, recebido do Dread, do blog Anti-Sociais. Fiquei comovida com as palavras dele, ao dizer que ao ler meu blog, ele percebeu o quanto tem que aprender e fazer. Nossa amizade virtual começou depois que ele leu meu post em que eu coloquei o diálogo que tive com meu filho sobre minha separação do pai dele e que tocou fundo em seu coração. Ele se auto-define como alguém que não procuramos para ser amigo e que nossas mães não o achariam um bom exemplo, mas apesar de achar o blog dele um tanto sombrio, eu o considero um rapaz muito sensível e inteligente. Valeu, Dread!





Este BLOG não me sai da cabeça! Hoje tive a grata surpresa de receber mais um selo, da Nina, do Sala de Visitas, cujo blog conheci há pouco tempo e achei muito leve e divertido, além de ter um conteúdo bem eclético. Fico feliz em saber que conquistei mais uma amiga e leitora. Obrigada, Nina!

Passo este selo para os seguintes blogs, que são muito legais, por causa de seu conteúdo:

Parabéns, meninas, vocês merecem! :-)



Quero deixar uma resposta aqui blog ao comentário desaforado de meu colega Thiago. Gaúcho de Rio Pardo, gremista fanático, debochado, rude e sarcástico. Esse é o Thiago, que apesar de não gostar e concordar com minha decisão de ser vegetariana, eu não pude deixar de pensar: Onde a minha opção de vida afeta a dele? Cada opinião é uma opinião e respeitar a opção dos outros é o mínimo que esperamos. Não é? ;-)

SIM, Thiago, plantas são seres vivos e "matar" um tomate não é a mesma coisa que matar uma vaca, pois o primeiro fica maduro e apodrece na planta, se não o colhermos e a segunda é morta muitas vezes, com poucos meses de vida. É a mesma coisa? E SIM, eu adoro bife à milanesa, mas deixei de comê-los, desde que virei vegetariana, com exceção de um almoço na casa da mãe de um colega, em que não tive opção, senão comê-lo, para não fazer desfeita à anfitriã da casa, pois não havia nenhuma salada para eu comer. Hoje em dia, meu "bife" à milanesa é a beringela à milanesa, que adoro e já satisfaz minha vontade de comer uma milanesa. Finalizando, eu também me preocupo com os milhares de crianças que morrem de fome todos os dias, por isso eu procuro fazer minha parte de preservar o planeta em que vivemos e acredito que não comer animais é uma dessas ações. Se concordas ou não com essa opção, é outro assunto. Certo?

E viva a liberdade de escolha!