sábado, 28 de março de 2009

Trailer do documentário "Orgasmic Birth"

Eu já havia postado aqui antes o resumo do documentário Parto Orgásmico (Orgasmic Birth) de Debra Pascali-Bonaro.

Publico agora o trailer do filme. Lindo. Emocionante. Vale a pena assistir. Confesso, constrangida, que ainda não assisti. Grande falha minha, que pretendo corrigir em breve.

"Desafiando o mito de que é doloroso e perigoso por natureza e deve ser deixado nas mãos dos médicos, o filme mostra as potencialidades emocionais, espirituais e físicas do parto. Acompanhamos de forma íntima onze mulheres que num trabalho de dar a luz o mais natural possível, gemem, beijam, riem e até gozam. O depoimento de vários especialistas no assunto, médicos e parteiras, junto com as mães, comprovam que estatisticamente esta é uma forma de parir mais saudável e mais segura, tanto para a mãe quanto para o bebê."

domingo, 15 de março de 2009

Notícias e Agradecimento



Estive sumida por um bom tempo do blog, mas é que como não passo mais o dia todo na frente do computador, então vou deixando para postar outra hora ... e essa hora nunca chega...

Quero agradecer a todas as minhas amigas e amigo virtual pelo apoio recebido. Eu li cada um dos comentários e foi muito bom saber que há tanta gente torcendo por mim neste momento difícil de minha vida. Vera, Elaine, Andréa, Max, Ana Paula, Lola, Cris, Drika, Geo, Carol, Isabella, Luma, Juca e Sonia: muito obrigada, queridos amigos!!! Adoro vocês!!!

Apesar de ter perdido meu emprego, a experiência não está sendo tão ruim assim: tenho passado mais tempo com meus filhos. Como estou em casa, posso ser a mãe que nunca consegui ser: estou uma perfeita mãe e dona-de-casa que cuida dos filhos. Pude acompanhar meu filho em sua primeira semana de aula na escola nova (pública), algo que eu não poderia fazer, se estivesse trabalhando ainda. Posso acompanhá-los às aulas de natação e assistí-los, enquanto dão suas primeiras braçadas. Como é minha mãe quem patrocina a natação, não precisei cortar essa despesa. Faço almoço todo dia, sempre faço um agradinho para eles para o lanche da tarde: bolo, panquecas, bolinhos de chuva, biscoitinhos, etc. Fazia muito tempo que não ia para a cozinha com prazer, já que estava sempre cansada demais para cozinhar. Como minha filha não está indo à escola, tenho passado mais tempo com ela. Meu filho pergunta todas as manhãs: "Mãe, hoje é sábado?" E eu respondo: "Não, meu filho, por quê?". Ele replica: "Porque tu estás em casa." É uma situação tão nova para ele, que ele custa acreditar que estou em casa todos os dias. Ao menos, enquanto não arranjo um emprego novo.

Enviei meu currículo para várias vagas, mas até agora não recebi nenhum chamado para entrevista. O ano ainda está devagar e há muita gente disponível no mercado. Estou vendo outras opções, como fazer um concurso público, já que tenho tempo disponível no momento.

Minha mãe e meu irmão foram este fim de semana para passar uma semana na Argentina, onde mora minha família, e eu fiquei morrendo de vontade de ir, mas não posso gastar neste momento. Hoje é o aniversário de minha prima e minha mãe pôde estar lá com ela para comemorar, já que a mãe dela, sobrinha de minha mãe, já é falecida e minha prima não tem muitos parentes. Eu só vejo meus parentes a cada cinco anos, em média. Ainda bem que hoje nos comunicamos por msn e e-mail, o que ajuda muito a diminuir a distância, mas não é a mesma coisa. Quem mora longe da família, sabe bem o que eu sinto.

Assim sendo, ainda estou à procura de uma nova oportunidade. Espero que não demore muito para aparecer.

Obrigada pelo carinho de todos vocês. :-)

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

A crise me pegou ...

Faz tempo que não tenho postado no blog, porque as coisas não andavam nada bem em meu trabalho e eu estava extremamente desanimada para tudo, inclusive para blogar. A semana começou turbulenta, com o Sindicato fazendo paralisação na porta de minha empresa em função da demissão em massa anunciada na semana anterior. Na sexta-feira, o pior aconteceu: fui demitida, juntamente com 240 outros colegas.

Foi a primeira vez, em 12 anos, que fui demitida. Desde que comecei a trabalhar na área administrativa, em 1997, eu sempre pedia demissão de um emprego, para começar em outro. Fazia 5 meses que eu estava neste emprego. Recusei uma proposta e uma entrevista em duas empresas diferentes, para ir trabalhar ali e deu no que deu. Sou uma desempregada agora. Como podem imaginar, passei o Carnaval muito depressiva, sem ânimo para nada. Tudo bem que eu não pulo Carnaval e nem olho os desfiles das Escolas de Samba, mas como desempregada, nem pude pensar em sair e gastar, já que não sei quando voltarei ao mercado de trabalho e preciso economizar cada centavo, já que sou a única provedora de minha casa. Meus filhos dependem de mim para nosso sustento, pois moro sozinha com eles e sou descasada. Já comecei a fazer cortes, iniciando pela creche particular da minha filha. Ela iniciaria no Jardim de Infância neste ano e eu optei por deixá-la na escola particular, ao invés de matriculá-la na escola pública, já que eu recebia o reembolso-creche da empresa em que trabalhava. Sem salário e sem reembolso, não tive alternativa, senão tirá-la dessa escola e batalhar para tentar conseguir uma vaga em uma escola pública, cujas aulas começam na semana que vem. Se não conseguir, paciência, ela ficará comigo e eu mesma a ensinarei, afinal, é somente Jardim de Infância, e não 1º ou 2º ano do Ensino Fundamental.

Já faz um tempo que tenho pensado em trabalhar por conta própria e acho que vou fazer isso mesmo, já que no passado eu me sustentava com aulas particulares, na época em que estava na faculdade. Tudo bem que eu era solteira e morava com meus pais, mas penso em "atacar" em várias frentes nas áreas em que domino conhecimento, pois sou formada em Matemática e sou fluente em Inglês e Espanhol. Alguém precisa de uma aula particular? Estamos aí ... :-)

Enfim ... o ano começa realmente em março e eu estou com um novo desafio e em busca de novas perspectivas. Espero que 2009 seja mais generoso comigo daqui por diante.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Ficar com os avós pode ser pior para os bebês?

Segundo um estudo britânico feito recentemente, sim.

Os avós trazem coisas positivas e negativas, segundo os pesquisadores.

Muitos dos bebês que ficam aos cuidados dos avós enquanto os pais trabalham talvez se saíssem melhor em creches e na escola maternal, afirma um estudo britânico.

Os avós com frequência podem ajudar a desenvolver o vocabulário de um bebê, mas talvez não possam oferecer outras experiências educacionais e sociais que uma criança necessita, dizem pesquisadores do Institute of Education, em Londres.

Eles verificaram que crianças que foram cuidadas pelos avós aos nove meses de idade foram consideradas como tendo mais problemas de comportamento aos três anos do que as que ficaram aos cuidados de uma creche, escolinha, babá ou outro membro da família.
Um artigo sobre o trabalho será publicado na próxima edição da revista científica Journal of Social Policy, da editora Cambridge University Press.
Motivos
A pesquisa envolveu 4.800 crianças britânicas nascidas em 2000 e 2001 que estão sendo monitoradas por um estudo de longo prazo, o Millennium Cohort Study.

Os problemas de comportamento relatados pareceram afetar crianças de todos os níveis sociais.
As pesquisadoras Kirstine Hansen e Denise Hawkes também constataram que crianças de três anos que, aos nove meses de idade, ficaram na escola maternal e em creches, com frequência estavam mais preparadas para a vida escolar do que as que tinham sido cuidadas pelos avós, babás, pessoas da família ou amigos.
Em média, elas conseguiram mais pontos em uma avaliação que mediu sua compreensão de cores, letras, números, tamanhos, comparações e formas.
Entretanto, crianças cujas mães tinham alto nível educacional apresentaram vocabulários maiores se criadas por um dos avós - na maioria dos casos, a avó materna.
O estudo não investigou os motivos pelos quais as crianças deixadas aos cuidados dos avós parecem apresentar mais problemas de comportamento.
Os pesquisadores mencionaram, no entanto, estudos anteriores que concluíram que ambientes pré-escolares como a escola maternal podem ajudar as crianças a desenvolver o traquejo social de que necessitam para se relacionar com os colegas.
"Crianças que são cuidadas pelos avós, por outro lado, passam mais tempo com adultos", disseram.
Ao concluir o estudo, os pesquisadores argumentaram que avós que cuidam dos netos merecem apoio, ao invés de críticas.
Meus filhos sempre ficaram com meus pais, em especial minha mãe, para eu poder sair para trabalhar desde que eles tinham 5 meses de idade, cada um. Sem a ajuda preciosa dela, eu teria gasto uma fortuna em escolinha e eles não teriam sido cuidados com o amor e carinho de uma avó devotada. Se eu não tivesse opção, lógico, os teria deixado na escolinha. Mas, enquanto bebê pequeninos, nada melhor que minha mãe para cuidar deles!
Lógico que deixar os filhos serem cuidados pela avó tem suas desvantagens, já que ela os mima muito, mas quem não gosta de receber um carinho de avó? Que meus filhos aproveitem ao máximo a avó que eu nunca tive e nem pude curtir. Minha avó materna morreu antes de eu nascer e eu sempre morei longe de minha avó paterna, que, além de tudo, nunca foi carinhosa ou amorosa como as avós devem ser. Assim, eu nunca fui mimada por nenhuma avó e acho o máximo que meus filhos possam curtir seus avós, enquanto os têm. Se é pior para eles em termos de comportamento, pode ser, mas em termos de amor, é muito melhor.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Uma história de amamentação

Autor: Charles Attwood

Meu tataravô, Dr. Curtis Burke Attwood, que praticava medicina em Newberry, Carolina do Sul no século 18, não acreditaria se soubesse que temos hoje profissionais especializados em aleitamento materno, que atuam como consultores. Eles recebem certificado específico de uma entidade (um conselho) de classe, a International Board of Lactation Consultant Examiners. Nos tempos do meu avô, praticamente todas as mulheres amamentavam seus bebês, mas hoje apenas 59,7% das mães começam a amamentação no hospital e, depois de seis meses, só 21,6% continuam fazendo isso. O objetivo da campanha Healthy People 2000, que visa melhorar a saúde da população para o próximo milênio, é ter 75% das mulheres amamentando seus bebês ao saírem do hospital e 50% seguindo esse procedimento seis meses depois. Como se vê, estamos muito aquém dessa meta.

As vantagens do aleitamento materno são enormes. Os bebês ficam menos sujeitos a doenças agudas e alergias. Os vínculos entre a mãe a criança são reforçados, muito mais que entre mães e filhos que foram alimentados com mamadeira. Então por que só 1/5 das crianças até seis meses de idade mamam no peito? Eu sempre reclamei com meus colegas que nós não dispensamos tempo suficiente para explicar a nossas pacientes esses procedimentos e outras práticas saudáveis. O que acontece, na verdade, é que não damos a elas tempo para fazerem perguntas. Atualmente, as gestantes mal passam 24 horas dentro da maternidade depois de dar à luz; portanto, não temos muita oportunidade de explicar as coisas adequadamente - e frequentemente elas também não tomam a iniciativa de perguntar. Não é à toa que pensamos estar sendo mal compreendidos.

Recentemente, tive uma paciente que embora intimidada pela nossa postura apressada e distante, tentou, com muito esforço, extrair de nós algumas informações básicas. Tentou. Gloria, esse era o nome da jovem mãe, tinha dado à luz ao seu primeiro fiho, no meu hospital. Ela chamou a enfermeira e perguntou se ainda poderia amamentar o bebê, estando resfriada. "estou com tosse e com o nariz escorrendo", disse ela, "e fico preocupada com isso". Ela ia receber alta aquele dia e queria algumas respostas. Animado pela decisão dela de amamentar, orientei a enfermeira a dizer que fosse em frente. Sugeri que a enfermeira colocasse algumas máscaras descartáveis de rosto ao lado de sua cama, para que ela as utilizasse durante as mamadas. Dessa forma, Gloria não precisaria se preocupar muito. Deveríamos ter conversado com ela pessoalmente sobre aleitamento materno, mas ela estava de saída e não havia tempo. Mais tarde, durante a minha visita, parei no seu quarto. "Olá, Gloria", saudei, ao entrar e foi quando eu vi uma coisa que nunca mais esquecerei. Ponha-se agora no meu lugar. Precisei de todo o esforço possível de concentração para não alterar a minha expressão facial. Deparei com Gloria, com uma expressão confusa no rosto, e duas máscaras faciais, uma em cada seio. Depois que a história se espalhou por todo o hospital e as risadas finalmente cessaram na sala dos médicos, refleti sobre a humilhação por que Gloria passara e a sua extrema necessidade de orientação que não tivemos tempo de lhe dar. Meu bisavô Curtis Burke Attwood não teria achado a menor graça nesse episódio.

Texto retirado do livro: Dieta Vegetariana para Pais e Filhos
Foto: Minha filha Melissa mamando em meu peito, novembro de 2004.

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Torres: um excelente passeio!

Praia da Guarita vista do barco.

Passei o feriado de Nossa Senhora dos Navegantes em Torres com meus pais e meus filhos. Torres fica na divisa com Santa Catarina e é a última praia gaúcha, além de ser a mais bonita, em termos de belezas naturais.

“A cidade é um dos núcleos mais antigos do estado do Rio Grande do Sul e possui este nome devido à existência de três grandes rochedos que se estendem à Beira-Mar:

- Torre Norte - Morro do Farol
- Torre Centro - Morro das Furnas
- Torre Sul - Junto a Praia da Guarita”


Além de curtirmos a praia, aproveitamos para fazer um passeio de barco, que sai do Rio Mampituba, entra no mar e nos leva para avistar a Ilha dos Lobos e a Praia da Guarita.



As crianças e eu no barco.
Quando ele entrou no mar, eles começaram a chorar de medo.




Ilha dos Lobos vista do barco.
É proibido aproximar-se a menos de 500 metros e desembarcar nela.


“A Ilha dos Lobos é a única ilha marítima do Rio Grande do Sul. Tem esse nome porque é a única ilha do Brasil onde, nos meses de julho a novembro, os lobos marinhos - procurando águas mais quentes - chegam para o acasalamento.

Em 1983, foi declarada reserva ecológica, sendo proibido qualquer tipo de caça ou pesca marítima. Fica a 1800 metros da Praia Grande, seu relevo não ultrapassa 2 metros.

Constitui-se em uma importante área de descanso e alimentação de pinípedes (leões e lobos marinhos) além de servir de ponto de passagem para cetáceos (golfinhos, baleias e botos), aves e tartarugas marinhas.”


As crianças curtindo a Praia Grande.


A Praia Grande, com 2.000 metros de extensão, é a preferida para o banho de mar e onde ocorre a maioria dos eventos esportivos do verão como: futebol, vôlei, surf e outros.

Passar as férias ou mesmo um fim de semana em Torres é uma excelente pedida, eu recomendo!

Informações sobre Torres retiradas daqui.









sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Falando sobre Gravidez e Sexo

História verídica retirada do Surfista Platinado:


"Reunião agendada. Todos tomam seus lugares, inclusive uma das executivas, que já entrava em estágio avançado de gravidez. Enquanto eu ligava o laptop, Jurandir, meu colega de trabalho, resolveu ser simpático.
- Já está para nascer, né?

- Estou entrando no oitavo mês. Falta pouco.

- Que maravilha. E o sexo?

- Menino, continua uma maravilha. Eu nem imaginava que seria tão bom durante a gravidez.

Como assim???

- Errrr... não, não... veja bem... eu me referi ao sexo do bebê..."


É engraçado como as pessoas não pensam que uma mulher grávida tem desejo, libido e que além de mãe, ela continua sendo MULHER! Minha libido nunca diminuiu durante minhas duas gestações, pelo contrário, só aumentou e o sexo era muito melhor! Sem contar que fazer sexo nos últimas dias da gestação ajudam a iniciar o trabalho de parto, por causa do sêmen do homem. Ele ajuda a colocar para dentro e ajuda a tirar ... risos

Antes que perguntem: Não, eu NÃO estou grávida. Eu tinha este post guardado há um tempão e hoje resolvi publicar, porque achei muito engraçado. Claro que às vezes dá saudades de ter um bebê em casa, mas quando eu lembro de tudo o que passei na gravidez, com os enjôos, vômitos e crises de hemorróidas, que eu paro de pensar no assunto na mesma hora! Eu sofri muito nas duas gestações, especialmente na segunda, a da minha filha, já que, além de todo o sofrimento físico, a crise de meu casamento piorou muito e o mesmo acabou após três meses e meio depois dela nascer.
Já os partos de meus filhos foram MARAVILHOSOS, tenho excelentes lembranças de cada um. O primeiro, mais demorado, muitas horas em trabalho de parto, mas sem sentir quase dor, só mesmo cansaço e sono e no final, a sensação de VITÓRIA por conseguir parir meu filho naturalmente. O segundo, mais rápido e doloroso, mas extremamente gratificante e tranqüilo, pois pude parir no aconchego de meu lar e tive o apoio de meu ex-marido nesse momento tão importante de minha vida.
Eu sempre digo às pessoas: "Se eu pudesse engravidar e parir logo em seguida, sem ter que passar pelos nove meses da gestação, seria ótimo! " Eu sofri muito nas duas gestações e fiquei traumatizada pelas experiências. Poderia ter dez partos, mas não dez gestações!
Por isso, hoje eu gosto de colocar em meu blog todas as informações que possam ser úteis a mulheres tentantes e gestantes sobre gravidez, parto e amamentação e poder compartilhar minha experiência.

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Selo: Olha que Blog Maneiro!



Recebi este selo da Cris do Tô Doida e ele vem agregado a um prêmio: uma caricatura em preto e branco que vai ser feita pelo blog Olha que Maneiro.



Os indicados devem cumprir algumas regras para que receber a prêmio. São elas:


1- Exibir a imagem do selo “Olha Que Blog Maneiro”;


2- Postar o link do blog que te indicou;


3- Indicar 10 blogs de sua preferência e avisá-los;


5-Publicar as regras;


6- Conferir se os blogs indicados repassaram o selo e as regras;


7- Enviar sua foto ou de um(a) amigo(a) para olhaquemaneiro@gmail.com juntamente com os 10 links dos blogs indicados para verificação. Caso os blogs tenham repassado o selo e as regras corretamente, dentro de alguns dias você receberá uma caricatura em P&B;


8- Só valerá se todas as regras acima forem seguidas.


Obs.: Só vale até 31 de janeiro.




Meus blogs indicados são:




Bru e Lucca

Compartilhando as Letras

Clube Sapeca

Fran Page

Ô Menino Rude!

Renatinha! 瀬本

Tem quem Goste

Um pouco de Mim

Universo Gentil


terça-feira, 27 de janeiro de 2009

O vegetarianismo aumentaria a chance de sobrevida da humanidade em longo prazo

Dr. Janez Drnovšek, Presidente da Republica da Eslovênia, fala sobre vegetarianismo e direito dos animais.

(Traduzido por Joseph Skilnik)

Em toda a história da humanidade, houve apenas alguns notáveis estadistas que eram vegetarianos e que se posicionaram de forma séria a respeito dos direitos dos animais. Ainda hoje existem muitos poucos. A Eslovênia é uma das poucas luzes que brilham no presente mundo da política.

Ao dar esta entrevista, o presidente Dr. Janez Drnovšek apelou pela primeira vez aos povos para que comecem a pensar a respeito da inimaginável brutalidade que o homem infligi contra os animais.

Damjan Likar, editor chefe da revista da Eslovênia “Liberação Animal” entrevistou o Dr. Drnovšek no dia 15 de dezembro de 2005 em Brdo perto de Kranj/Eslovênia. Por favor, veja a reportagem completa.

Pergunta: Por que o senhor se tornou vegetariano e que mudanças o senhor notou como resultado?

Resposta: Porque eu sinto que a comida vegetariana é melhor, de melhor qualidade. Nós comemos carne porque é esta a forma como fomos educados. Já sou vegetariano faz alguns anos e só recentemente me tornei vegano, o que significa que não tomo leite, não consumo laticínios ou ovos. Ainda assim sobra muita coisa, uma boa variedade de alimentos vegetais suficientes para as nossas necessidades. Dei este passo seguindo um sentimento interior. Algumas pessoas acreditam que a alimentação vegana é muito limitada e chata, o que não é verdade. Ela pode ser muito variada.

Pergunta: A razão principal para a mudança de sua dieta alimentar foi a doença séria que o senhor teve há alguns anos?

Resposta: Foi quando eu comecei a mudar gradativamente. O primeiro passo foi evitar a carne vermelha, depois as aves e finalmente os peixes.

Pergunta: Depois de mudar para a alimentação vegetariana o senhor se sentiu melhor, mais saudável?

Resposta: Sinto-me ótimo, dizem que tenho energia até demais.

Pergunta: No Dia Mundial de Proteção aos animais (4 de outubro) o senhor convidou membros da “Sociedade pelos Direitos e Liberação dos Animais" e seus direitos para discussões. O que foi discutido?

Resposta: Eu os convidei principalmente para tentar passar esta mensagem ao público em geral e também que coincidisse com o dia de hoje. Nem sempre entendemos como nós tratamos os animais, como lidamos com eles. São criaturas vivas. Como eu disse, as pessoas têm esta idéia padrão de comportamento em relação aos animais com o resultado de muito raramente se questionarem do que estão causando. Se pararmos por um momento para pensar na maneira de como lidamos com eles e qual o impacto resultante no mundo animal, poderíamos dizer que não fomos nada humanos. Pense em todos os matadouros e na produção de bife e de aves onde as condições para os animais são impossíveis. Freqüentemente os animais são transportados em caminhões sem água, o que é extremamente cruel. Não que as pessoas sejam más, elas simplesmente não pensam nisso. Quando o produto final está na frente delas num prato, elas não pensam no que aconteceu e como ele chegou até este estágio.

Pergunta: Então o senhor decidiu se tornar vegetariano também por razões éticas?

Resposta: A ética é parte da razão; a outra é que os seres humanos não necessitam de carne. É a forma padronizada de pensar que nos foi imbuída. Realmente é difícil de mudar da noite para o dia, mas pode ser conseguido gradualmente. Foi assim que eu consegui.

Leia a entrevista completa em Português aqui.

A entrevista original em Inglês encontra-se aqui.

Eu vi este texto no blog da Fran e resolvi publicar aqui no meu blog também.

Ontem também li um texto interessantíssimo sobre a diferença entre plantas e animais no blog da Andréa. Vale a pena ler e entender porque matar uma galinha para comer é bem diferente de cortar um maço de alface para transformá-lo em uma salada.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Meme das 6 coisas



Recebi este meme das queridas amigas virtuais Max e Geovana. Seguem as regras:

  • Colocar o link de quem te indicou pro meme;
  • Escrever as 5 regras em seu blog;
  • Contar 6 coisas aleatórias sobre você;
  • Indicar 6 pessoas para continuar a brincadeira;
  • Avisar para esses blogueiros que eles foram indicados.

Estas são as 6 coisas aleatórios que vou contar sobre minha pessoa:

  • Tenho dupla cidadania (argentina e brasileira);
  • Eu tenho um irmão (Fabio) e dois meio-irmãos (Susana e Ernesto);
  • Já me mudei mais de 10 vezes durante minha vida e pelo menos 8 dessas mudanças ocorreram durante minha infância;
  • Já fui a New York e ainda quero ir a Paris e Londres (um dia ...);
  • Nunca morei minha vida de adulta (nem de criança ou adolescente) em meu país de nascimento e me sinto uma estrangeira, ao visitar o país em que nasci;
  • Sou formada em Matemática, mas desisti de lecionar há 12 anos atrás.

Agora o desafio vai para:

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Famosa teve parto de cócoras!


Cássia Linhares: 'Fiz um parto de cócoras como as índias'

A atriz Cássia Linhares tornou-se mãe no dia 30 de dezembro de 2008. De parto de cócoras, ela deu à luz Eduarda, que nasceu com 3,3kg e 49cm, no hospital Barra D'Or.

- Mesmo na emergência, pois nenhuma maternidade tinha vaga disponível, conseguimos fazer um lindo parto humanizado, de cócoras como as índias - conta a atriz, que se diz realizada com a maternidade. - Estou completamente apaixonada, mudada, melhorada e tudo mais 'ada' de melhor no mundo.

De tão agarrada que já está à filha, a atriz não sabe nem se vai contratar uma babá:

- E sabe que nem sei se terei por enquanto, estou com tanto ciúmes dessa menina. Ai, que amor é esse?!

(Notícia retirada daqui.)

O parto de cócoras é um parto mais rápido, pois é auxiliado pela gravidade, mais cômodo para a mulher e mais saudável para o bebê, pois não se tem mais a compressão de importantes vasos sanguíneos que acontece com a mulher deitada de costas. (Retirado daqui)

Desde a mais remota antigüidade, as mulheres procuravam posições que facilitassem o parto. Nas gravuras antigas o mais comum é ver mulheres ajoelhadas, de cócoras, ou em banquinhos baixos de parto. De um jeito ou de outro o que se observa é que as costas estão em posição vertical. A posição das pernas é variável.

Na civilização ocidental, com a entrada da figura do obstetra no parto, as mulheres foram colocadas deitadas de costas em mesas cada vez mais específicas, com as pernas abertas, para que a região genital pudesse ser bem observada. E assim é que funciona até hoje, para a maioria dos médicos e hospitais.

Algumas vantagens do parto de cócoras:

- O parto é mais rápido, pois é auxiliado pela gravidade;

- A oxigenação do bebê é melhor, pois não ocorre a compressão da veia cava pelo peso do útero;

- A necessidade de episiotomia é menor;

- A mulher se sente mais no controle da situação;

- O companheiro tem uma participação mais ativa ao prover o suporte da posição.

(Retirado daqui.)

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Benefícios da amamentação prolongada

Por Kelly Bonyata



(Tradução publicada no site Amigas do Parto, original no site KellyMom - Breasfeeding & Parenting)



Amamentar crianças maiores têm benefício nutricional



Pesquisas mostram que o leite materno durante o segundo ano de vida da criança é muito parecido com o leite no primeiro ano (Victora, 1984). No segundo ano de vida, 500ml de leite materno proporciona à criança:
95% do total de vitamina C necessário
45% do total de vitamina A necessária
38% do total de proteína necessária
31% de caloria do total necessária
(UNICEF/Wellstart: Promoting Breastfeeding in Health Facilities: A short course for Administrators andPolicy Makers; WHO/CDR 93.4)
Leite materno permanece sendo um fonte importante de proteina, gordura, cálcio e vitaminas mesmo após os dois anos de vida (Jelliffe and Jelliffe,1978)
Alguns médicos podem pensar que a amamentação vai interferir em relação ao apetite da criança para outros alimentos. Contudo não existem pesquisas indicando que a criança amamentada têm maior tendência a recusar outros alimentos que a criança que já desmamou.
Na verdade, a maioria dos pesquisadores em países subdesenvolvidos, onde o apetite de uma criança desnutrida pode ser de importância vital, recomendam que a amamentação continue para crianças com desnutrição severa (Briend et al, 1988; Rhode, 1988; Shattock and Stephens, 1975; Whitehead, 1985).
Crianças maiores que ainda amamentam adoecem menos
Os fatores de imunidade do leite materno aumentam em concentração, à medida que o bebê cresce e mama menos. Portanto, crianças maiores continuam recebendo os benefícios da imunidade (Goldman et al, 1983).
Um estudo de Bangladesh demonstra, dramaticamente, os efeitos que essa imunidade pode ter. Nessas péssimas condições de vida, descobriu-se que crianças desmamadas entre o 18º e 36º mês de vida dobraram os riscos de morte (Briend et al, 1988). Este efeito foi atribuído especialmente aos fatores de imunidade, apesar de que, provavelmente a nutrição também foi muito importante.
Claro que, em países desenvolvidos o desmame não é uma questão de vida ou morte, mas a amamentação por mais tempo pode significar menos idas ao pediatra. Crianças entre 16 e 30 meses, que ainda são amamentadas, adoecem menos e por menos tempo que as que não são (Gulick, 1986)
Crianças amamentadas têm menos alergias
Está bem documentado que quanto mais tarde se introduz leite de vaca e outros alimentos alergênicos, menos provavelmente essas crianças vão apresentar reações alérgicas (Savilahti, 1987).
Crianças amamentadas são mais espertas
Crianças que foram amamentadas têm melhor performance na escola e maiores notas (Horwood and Fergusson, 1998). Os autores desse estudo, que acompanhou crianças até os 18 anos descobriram que quanto mais tempo as crianças são amamentadas, maiores as notas que recebem nas avaliações.
Crianças amamentadas são mais ajustadas socialmente
Um estudo com bebês amamentados por mais de um ano mostrou uma ligação significante entre a duração do período de amamentação o ajustamento social em crianças de 6 a 8 anos de idade. (Ferguson et al, 1987). Nas palavras dos pesquisadores: "Existem tendências estatísticamente significantes para que a desordem na conduta diminua com o aumento da duração da amamentação". Mamar durante a infância ajuda bebês e crianças a fazer uma transição gradual. Amamentação é um amororso jeito de atender as necessidades dasa crianças e bebês. Ajuda a superar as frustrações, quedas e machucões e o stress diario da infância.
Atender as necessidades de dependência da criança, de acordo com o tempo único da criança é a chave para ajudar a criança a alcançar sua independência. Crianças que conquistam sua independência em seu próprio ritmo são mais seguras dessa independência que as crianças dorçadas a isso prematuramente.
Amamentar crianças maiores é normal
A "American Academy of Pediatrics" recomenda que as crianças sejam amamentadas por ao menos todo o primeiro ano de vida, e por mais tempo se a mãe e o bebê quiserem (AMERICAN ACADEMY OF PEDIATRICS Policy Statement, 1997). A Organização Mundial de Saúde reforça a importância de amamentar até os dois anos de vida ou mais (Innocenti Declaration, 1990). A média de idade de desmame, em todo o mundo é de 4.2 anos. (Davidowitz, 1992)
Mães que amamentam por mais tempo também são beneficiadas
a) A amamentação prolongada pode diminuir a fertilidade e suprimir a ovulação em algumas mulheres
b) A amamentação reduz o risco de câncer de ovário (Schneider, 1987)
c) A amamentação reduz o risco de câncer de útero (Brock, 1989)
d) A amamentação reduz o risco de câncer de câncer de endométrio (Petterson, 1986)
e) A amamentação protege contra osteoporose. Durante a amamentação a mulher experimenta uma diminuição na densidade óssea. A densidade óssea de uma mãe que está amamentando pode ser reduzida, em geral em 1 a 2%. No entanto, a mãe tem essa densidade de volta e pode até ter um aumento, quando o bebê é desmamado. Isso Não depende de um suplemento adicional naalimentação da mãe. (Blaauw, 1994)
f) A amamentação reduz o risco de câncer de mama (McTieman, 1986; Layde, 1989; Newcomb, 1994; Freudenheim, 1994).
g) A amamentação tem demonstrado diminuir a necessidade de insulina da mãe diabética (Davies HA, British Med J, 1989).